O design de uma loja junto com sua arquitetura e uma iluminação inteligente definem como ela é vista pelo consumidor. Esse layout tem que ser agradável, descontraído e organizado conforme o tipo de cliente que a loja busca atrair. Sendo assim lojas que investem em diferentes estilos, atraem diferentes clientes utilizando o feedback do público como orientação.
A organização da sua loja deve mostrar ao seu cliente um leque de opções para mantê-lo interessado nos produtos, permitindo que ele encontre o que procura além de novas ofertas.
Layout da loja
Para que o layout funcione tem que se pensar em:
•Comodidade do cliente: Conforto para se mover e para acessar as araras e estantes, um bom atendimento por parte dos funcionários, compreensão da geografia do local, sensação de segurança.
•Apresentação das mercadorias de uma forma funcional e lógica, fazendo a busca pelos produtos algo agradável.
•Estético: a utilização de um bom jogo de iluminação, adequação de cores e mobiliários a identidade visual da marca.
Vitrines
É importante nas vendas dar destaque a certos produtos para torna-los mais interessantes. Expondo-os nas vitrines encantamos o consumidor mostrando a ele não só o que procura como também um universo de possíveis novos desejos. Uma empresa que investe em um bom trabalho de vitrinismos reforça a marca e identidade da sua loja.
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Foto de divulgação da esquerda para direita: Bruno keleta (guitarra/voz), Sergio Cake (baixo), Daniel Toco (voz) e Pedro Millecco (bateria).
El Toco, a banda que começou sem banda
Hoje
vamos falar da banda EL TOCO, que com suas músicas transcende em talento. Com
um estilo único que faz a junção da fé e música de forma harmônica. A banda é
formada por Daniel Toco (voz), Bruno Keleta (guitarra/voz), Sergio Cake (baixo), Pedro Millecco (bateria) e Karen Toco (produção e backing vocals). É uma banda que quer disseminar mensagens que toquem o coração, independente de fé, cor, idade ou pensamento. A banda El Toco faz uma grande mistura com ritmos brasileiros e africanos além de utilizar da poesia do nosso próprio cotidiano para as composições.
(Confira o link da história da banda no fim da matéria)
Confira o bate papo que tivemos com a banda.
1 – La furia del toco foi sua primeira
banda o que você trouxe de experiência para o El Toco?
La
furia me ajudou a tirar algumas amarras e medos. Foi com o La furia que eu subi
no palco a primeira vez mesmo cheio de receios em relação a minha deficiência.
A banda me fez olhar pra mim de forma mais amorosa. Foi através dela que eu
conheci nosso produtor na época que virou um mestre espiritual pra mim e me
ajudou em muitas questões. A El Toco é a sequência menos conflituosa desse
processo.
2 – Uno é o primeiro Álbum, por que o nome
UNO?
Uno
vem de Unidade dos seres na aparente multiplicidade.Somos um em várias formas.
Preciso dizer que o Uno foi minha
tentativa de não deixar minha arte morrer. Ela tava na UTI, parada e então
resolvi juntar algumas letras e captar o que saísse. Foi um trabalho que me fez
retomar com a música e fazer shows e esse processo todo. Por isso UNO carrega
uma imaturidade artística minha apesar da sinceridade da temática. Eu tava me
reencontrando, é como uma torneira que está fechada há muito tempo e quando
abre sai água, mas com barro. Foi um processo lindo que movimentou a energia
pra tudo começar, mas musicalmente acredito que a El Toco mostrou de fato sua
identidade quando gravou "Esses meninos".
3 -
De onde surgiu a inspiração para as fotos do EP UNO?
capa do EP
Coisa
da Karen Toco (produtora e companheira de Daniel). As capas foram
inspiradas na essência dos palhaços Augusto e Branco que são “categorias”
antagônicos de palhaços como o yin yang. Já o encarte de dentro com os santos foi
inspirado na minha vivência em tantas religiões. já fui em tudo e descobri que
Deus está em todos os lugares e principalmente dentro da gente.
4 -
Como surge a inspiração para as músicas?
As
letras vêm em momentos onde não estou pensando nem querendo compor nada. Surge
a vontade de escrever, eu aceito e só depois de fato quando leio novamente é
que começo a entender o presente que acabei de ganhar. É sempre além de mim.
5 – Como foi a gravação do Videoclipe Esses
Meninos?
Não
é um clipe é um vídeo de estúdio que fizemos pra anunciar nosso show no
Imperator. Fizemos correndo sem pretensão, mas o talento do Zeca Vieira que
captou e editou tudo fez com que todo mundo tratasse esse web clipe como um
vídeo clipe oficial nosso. Gravado em um dia, poucos takes, luz do estúdio e
muito amor.
6 – O que é fé para a El toco?
Fé
é a certeza que a desconfiança liberta. A certeza que o amor existe mesmo que
nossa cegueira insista em não enxergá-lo.
7 – Vocês têm alguma influência artística
para criação dos banners de divulgação dos Shows e capas para os Cd’s ?
A
própria ambiência das letras e da busca espiritual que o projeto propõe guia
toda a parte visual da banda. De dentro pra fora sempre.
8 – Como anda a produção para o novo CD?
Não
pensamos em CD e sim em soltar single atrás de single. No máximo um EP como
registro de um momento. Já já lançamos o single “Valsa de Gaia”.
9 -
Como está a agenda de vocês para esse ano?
Depois
de dois anos intensos de shows esse ano ainda não subimos aos palcos. Estamos
reformulando nossas vidas, num momento de cura, de limpeza, mas temos
lançamentos já gravados para realizar como uma música, vídeos acústicos. Também
trocarei provavelmente muitas fraldas da minha filha Luah. (risos)
10 – Qual mensagem vocês querem passar com
as músicas?
A
gente espera se transformar com as músicas e que elas sempre nos aproximem mais
da realidade última e única. Se as pessoas se identificarem com o que dizemos e
com esse encontro que assim seja, mas a mensagem é: tomem suco verde diariamente
(risos).
Olá Criativos, Eu sou Marina Nunes, uma das designers da Criar Mais, e hoje começa o primeiro de prováveis muitos posts sobre Gravity Falls aqui no nosso blog. Uma das séries animadas mais divertidas da atualidade e uma das minha favoritas também.😁 Nessa sessão do blog, farei comentários críticos sobre tudo o que acontece de interessante e analisarei arte, roteiro e desenvolvimento de personagens. Além, é claro, de mostrar os mistérios e easter eggs que eu consegui encontrar. E farei isso episódio por episódio! Ah, horas de diversão! 😍 Então já sabe, se não terminou de assistir, cuidado! Haverão spoilers desde o início, pois em caráter de continuidade na história a série é muito bem amarrada. Então vamos investigar juntos tudo o que há pra se descobrir nessa estranha cidade de Oregon.
A animação e suas artes
Gravity Falls estreou no dia 29 de junho de 2012, nos EUA, e seu último episódio foi ao ar no dia 15 de fevereiro de 2016. Dirigida, produzida e até dublada pelo gênio Alex Hirsch, um prodígio dos roteiros e storyboards.
Começando de algum lugar Assistindo ao capítulo piloto, se consegue perceber a diferença não só no estilo de pintura e de desenho de personagens, como também captar que a atuação que os animadores usaram para contar a história gestualmente, é menos 'rica', se é que podemos chamar assim. Todos os capítulos-pilotos são propostas; é a forma como os idealizadores do programa apresentam para as produtoras um trecho daquilo que eles querem vender. Esses trechos são feitos com verba menor e ainda sem a equipe final estar contratada, o que geralmente diminui drasticamente a qualidade do episódio que ainda pode sofrer uma modificação completa na hora de apresentar para o público final. No caso de Gravity Falls, podemos ver que o roteiro do primeiro episódio já estava muito bem definido na cabeça dos diretores e o que foi remodelado foi a arte em geral:
À esquerda, episódio piloto. À direita, 1º episódio da 1ª temporada.
O desenho dos personagens, o aspecto geral das ilustrações do cenário, as texturizações, a pintura de fundo, a paleta de cores, a saturação dessas cores e, por fim a animação, atuação, propriamente dita que, por um lado, no piloto têm um quê de bonequinho de alfinetes onde os membros sobem e descem e o boneco balançando para os lados e por outro, já na arte final, a gesticulação foi melhor estudada e as pausas e ênfases ficaram mais leves e orgânicas.
Antes de mais nada... Você tá me entendendo? Temos uma questão na nossa amada língua portuguesa, em que a palavra ANIMAÇÃO possui muitos significados. Só nessa introdução eu já usei de pelo menos 3 formas diferentes:
Animação - Filme. Estilo artístico do longa ou curta metragem.
Animação - A técnica utilizada para fazer o tal longa/curta, como a animação tradicional (mais conhecida como desenho animado), animação 3D (muito conhecida apenas como animação! Pra dificultar ainda mais a minha vida), entre outras.
Animação - como conceito de atuação. Fazendo uma analogia simplista: os animadores são para animação(filme) o que os atores são para a peça. Então muitas vezes eu usarei o verbo animar com o sentido de atuar. No começo pode ficar complicado, mas com o tempo vocês acostumam.
E de volta ao assunto...
Caso não tenha visto o episódio piloto ainda, clica aí:
Diferentão né?! O que achou? Eu fiquei muito feliz de eles terem repensado toda a arte e estilo de animar para o que temos hoje. Ficou muito melhor apesar de o piloto já ser esteticamente interessante. Penso que seria cansativo de assistir a série toda nesse formato. E você, sentiu falta da Wendy e do Soos também? Muito estranho sem eles!
A produção (making off) Aqui nesse vídeo a On set da Warner, entrevistou Alex Hirsch e a equipe para falar da produção dos episódios.
Se você não entende muito inglês o vídeo começa a tratar da produção dos episódios do 3m56s aos 7m31s, com Rob Renzetti, supervisor de produção, contando que todo o processo começa com a discussão da ideia para a história e depois de muito debate, idas e voltas dessas ideias eles saem com o storyline individual do capitulo e o storyline geral da temporada e de toda série, que é a história de tudo o que acontece com a soma de todos os capítulos, passando essas história para o Storyboard. Uma
vez com a história definida, os quadros (boards) vão para o
departamento de design, aonde o supervisor de background, Sean Jimenez, procura em
cada quadro as chaves de indicação de onde a cena está acontecendo. Aí sim,
começa a rascunhar o cenário (background) que é finalizado em 3 etapas; rough design que são apenas esboços livres,
que quando aprovados vão para os desenhos à tinta e por último aos background painters que fazem a renderização onde
colocam as cores e a atmosfera da cena. Depois, eles passam para as dublagens dos personagens para por fim fazerem as animações destes e depois a pintura. Ao final de muito trabalho, vem as edições que entregam pra gente um capitulo dessa gigantesca jornada artística. Não foi a toa que cada episódio levou 10 meses para ser produzido!
E se
tudo nessa série merece o selo FANTÁSTICO, a trilha sonora também não
pode ficar de fora. Cheias de adrenalina as músicas desenham com ondas as emoções das aventuras de cada episódio.
E aí, gosta de Gravity Falls? Então acompanhe a Criar Mais nessa jornada pelos mistérios ocultos e criptografados que iremos destrinchar e resolver juntos nos próximos posts.